terça-feira, 6 de dezembro de 2011

... Continuando: 5 a 8 meses

Oiii... estou simplesmente adorando escrever esses posts... passa um filme lindo na minha cabeça... dá saudade, mas ao mesmo tempo felicidade pelo presente e ansiedade pelo futuro. Com Dudu aprendi a viver cada dia como se fosse único, curtir cada momento e sentir um amor que só aumenta!

5 meses:
  • Dudu sorria com os olhos como faz até hoje;
  • aprendeu a abraçar e fazer carinho... bom demais!
  • Continuamos com a amamentação, além das mamadeiras, papinhas e suquinhos... Dudu é um comilão!
  • Acorda apenas uma vez durante a noite para trocar a fralda e mamar... logo depois volta a dormir!
  • Dentinhos a vista... muita babação e dois pontinhos brancos rasgando a gengiva;
  • Dudu teve seu primeiro resfriado forte, resposta da sua imunidade na adaptação à creche;
  • Voltei ao trabalho - sofri demais pela culpa da minha ausência e por ser num momento tão delicado para o Dudu, que estava muito resfriado;
  • Dudu continuava a dormir na nossa cama - desde a viagem, depois veio a desculpa do resfriado e agora a minha volta ao trabalho.

6 meses:
  • Dudu completou meio ano de vida em meio a muitos resfriados, febre, nariz escorrendo... adaptar a imunidade de um bebê à creche não foi fácil;
  • Começou o dadadá pra lá e dadadá pra cá...
  • Dudu aprendeu a bater palminhas quando cantamos o parabéns;
  • se apaixonou pela Galinha Pintadinha;
  • Molha o quarto todo no momento do banho
  • Rola para os lados rapidamente;
  • Se mostrou encantado pela Casa do Mickey Mouse;
  • Experimentou e amou feijão;
  • Apresentamos o mingau de Mucilon e ele ama até hoje,
  • Depois de muito tentarmos e ele não aceitar água, oferecemos água de coco e ele adora até hoje;
  • Não quis mais saber dos peitões da mamãe, foi algo natural que partiu dele;
  • Dudu foi liberado para usar filtro solar e repelente... praia a vista!
  • Praia pela primeira vez no dia 20.06.2011... foi ótimo!
  • Foi ao Zoológico dia 26.06.2011 e nos surpreendemos com a interação do Dudu com os bichos... bom demais!
  • Começou o conflito: cama compartilhada X Dudu no berço

7 meses:
  • O resfriado continuava;
  • Dudu apresenta umas febres não justificadas tratadas com antibiótico para meu desespero;
  • Treinos e mais treinos para Dudu sentar sem apoio;
  • Dudu tira e bota a chupeta de uma forma linda e engraçada (babo muito!!!);
  • Não aceita meias, muito menos sapatos, arranca tudo;
  • Bate as pernas com força, não sei como não dói;
  • Demonstra sono puxando as orelhas e coçando os olhos.

8 meses:

  • Dudu teve uma virose acompanhada de uma diarréia muito forte e foi necessário que ele ficasse no soro, ai como sofri e ele mais uma vez se mostrou um guerreiro!
  • Dudu teve sua primeira conjuntivite, mas eu acho que foi apenas uma alergia;
  • Ainda não curtia sentar;
  • Já tinha 4 dentinhos;
  • Batia palminhas direto;
  • Amou o cadeirão e passou a comer só lá;
  • Ria demais para o Doki do Discovery Kids;
  • Mania de trincar os dentes.
... ainda continua...rs!


Beijos!!!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

... Continuando: 1 a 4 meses


... e no post anterior eu contei a minha história de amor, que se transformou num blog chamado "história de uma vida a dois" que finalizei quando a nossa hitória se transformou num amor a três... com o Dudu tá gente! Hoje amo meu marido não só como homem, mas como o pai maravilhoso que ele se revelou, pelo companheiro, amigo dedicado e paciente... a chama da paixão não se apagou, mas mesmo assim veio o amor calmo, o amor que admira e pricipalmente o amor que aceita. Isso mesmo, porque confesso que não foi fácil e eu não consigo entender as mulheres que engravidam para salvar casamento. Depois que Dudu nasceu posso garantir que: só com muito amor o casamento sobrevive a chegada do primeiro filho e que não há possibilidades de criar um filho sozinha, quem não tem marido, precisa contar com amãe, o pai, a irmã... seja quem for! Mas vamos ao que interessa:

1 mês:
  • Dudu nasceu e veio o turbilhão de sentimentos e o maior de todos: a responsabilidade de zelar pela vida daquele serzinho tão frágil e lá fomos nós... foi um tal de pediatra, exame do pezinho, olhinho, orelhinha, vacinas mil, saber dar banho, acertar na amamentação...afff!!!
  • Confesso que um assunto que me amedrontava era a amamentação, mas eu o fiz... me dediquei, amamentei muito, toda hora, todo dia, bastava o filhote acordar ou choramingar que eu já estava com o peitão a postos. Claro que tive meus momento impacientes de muito calor e roupa molhada depois de amamentar 2 horas seguidas, ou de achar um saco sair do banho correndo porque o filhote queria peitão... e o pior de tudo era ouvir o marido dizendo que só podia ser fome...aff!!!
  • Mesmo com o baby blues eu curtia cuidar do Dudu, fazia tudo pra ele, me preocupava com tudo que dizia respeito a ele e fui me largando... não tinha vontade de nada, chorava por tudo, até na hora de almoçar quando eu olhava aquele prato começava a chorar... a noite caía e vinha o desespero. Tinha medo de dormir e não acordar, por isso eu não dormia... não suportava pensar que logo logo o marido voltaria a trabalhar e eu ficaria sozinha com o Dudu... tinha muito medo! Essa fase foi complicadíssima, pensei que poderia estar em depressão, mas durou pouco tempo, acho que menos de 15 dias, mas foi marcante e não quero sentir aquilo nunca mais!
  • Além disso tinha o chororô... Dudu começava a chorar à noite e tentávamos de tudo: massagem, funchicórea, ginática, colinho, mas ele só parava no peito...até dormia, mas bastava colocá-lo no carrinho ou no berço para a choradeira começar... e nessa agonia víamos a noite chegar e o dia amanhecer. Perdemos a paciência algumas vezes, mas quando acontecia com o meu marido eu estava firme para assumir e vice-versa; muitas vezes eu chorava junto com ele; levamos à emergência de madrugada e ninguém descobria o que ele tinha; fizemos exames cardiacos, de refluxo e nada... eu preferi pensar que era espiritual!!!
  • O primeiro mês foi longo, difícil e confuso, mas bastava um sorriso para esquecermos tudo e termos a certeza que valia a pena.
sorrindo desde o 1º dia de vida

foto tirada de madrugada


2 meses:
  • Rotina continuava a passar longe, mas estávamos mais calmos e confiantes;
  • Dudu experimentou o leite artificial com 45 dias de vida e foi a nossa maior descoberta até hoje, pois depois disso acabou o chororô e dormíamos quase a noite toda. Depois disso concluimos que Dudu não sofria de gases, cólicas, refluxos ou falta de ar como escutávamos... era fome!!! Depois fui saber que mesmo mamando muito poderia ser fome sim, afinal o gasto calórico mamando era grande e ele continuava com fome.;
  • Começamos a passear, nada de consultórios ou postos de saúde e sim churrascos, casa da vovó e festinhas de família
  • Dudu descobriu as mãos: pegava meus brincos, cabelos e brinquedinhos e chupava quantos dedos fosse possível;
  • teve sua primeira febre em reação às vacinas dos 2 meses - foi triste escutar o filhotinho gemendo;
  • Dudu foi batizado na Igreja Nossa Senhora da Consolação no dia 12.02.2011
  • Mamãe conseguiu fugir para comprar umas roupinhas e voltou a fazer as unhas....oba!
  • Dudu se apaixonou de vez pelo móbile e ficava um tempão curtindo o berço... lindo demais!!!
  • Pela primeira vez o deixamos dormindo com a vovó e a bisa para desfilarmos nos Carnaval e foi o fiasco... chorou tanto que cansou e dormiu!!! Mas era cedo demais para isso... agora eu percebo!
já rolava uma sintonia

hipnotizado com o móbile


3 meses
  • Chegamos ao paraíso;
  • Matriculamos Dudu na creche e a partir daí começou minha luta pela implantação da rotina e pelo sofrimento antecipado da minha volta ao trabalho;
  • Só dormia no colo do papai ninado pela dança do índio (inventada pelo papai no desespero);
  • Começou a percorrer todo o berço;
  • começamos a estimulá-lo a explorar o chão e a ficar de bruços;
  • Conhecemos o Pediatra do Dudu, Dr. Paulo Perricelli e então pude confiar a saúde do meu filho a alguém... com ele contamos a qualquer hora, ligamos no celular e até em casa;
  • Dudu experimentou as papinhas doces e sucos - com isso organizamos um cardápio pra ele seguindo instruções do pediatra em conjunto com a rotina da creche; e o filhote de cara gostou de mamão e banana.

4 meses
:
  • Começou a fase de agarrar os pés e resmungar que só ele;
  • dormia bem no berço praticamente a noite toda;
  • conseguimos organizar a rotina alimentar e do sono, Dudu passou a tirar uma soneca boa depois do almoço
  • implantamos o ritual do sono com banho, chameguinho e mamadeira;
  • sofri mais ainda com a proximidade da minha volta ao trabalho;
  • nossa primeira viagem... e de avião;
  • Dudu foi para creche... quase morri e registrei aqui;
  • O nosso primeiro susto - Dudu caiu do carrinho;
... e continua!


Beijos!!!

domingo, 4 de dezembro de 2011

sábado, 3 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Ótimo Final de Semana!!!
Beijos!!!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Vou começar...

... e espero conseguir terminar essa retrospectiva... essa recordação toda de um ano muito intenso!

Mas para começar preciso ir mais longe... Nem sempre quis ser mãe. Na adolescência pensava em não ter filhos, em não casar, em viver estudando, viajando e conhecendo novos lugares... mas minha vida não tomou esse rumo e hoje não seria esse rumo que eu gostaria de ter... Depois disso veio a fase de querer ser mãe jovem, mas nada do príncipe aparecer...rs

E aí começou o desespero e eu dizia para minha mãe que não queria ser mãe depois dos 30, que se não acontecesse antes eu não ia querer mais. Não por preconceito pela idade, mas porque pensava em disposição e tal... hoje nem penso assim porque vem a idéia da estabilidade e da maturidade quando se é mãe com mais idade.


Mas eis que encontrei alguém que me despertou, que me fez ter vontade de acreditar sim que ainda é possível ser fiel, ter uma família unida e feliz, alguém que me trouxe a sorte de um amor tranquilo, mas ao mesmo tempo vivendo como se cada dia fosse o primeiro e o último ao mesmo tempo... algo difícil de explicar, mas delicioso de viver... o amor!

Daí em 2007 namoramos, em 2008 noivamos, em 2009 casamos, em 2010 engravidamos e em 2011 renascemos...

Posso escrever por nós porque vivemos isso tudo de forma muito intensa e unidos sempre... passamos por momentos difíceis sim, mas posso garantir que lá na balança o saldo positivo é beeeeem maior... então tá valendo!!!
Curtimos tudo, desde o início do namoro, o estresse dos preparativos para o casório, as planilhas com os gastos mensais quando se casa e tem uma casa e tudo foi fluindo bem até o momento em que meu relógio biológico, ou melhor, minha ginecologista e amiga avisou: - Denise, ano que vem você entra nos trinta, cadê aquela sua frase engravidar??? rsrsrsrs.

E depois desse aviso/pressão/ultimato fui conversar com o marido. Já tínhamos conversado sobre isso diversas vezes, mas rolava muita insegurança quanto a instabilidade financeira, se era o momento certo e tal... mas hoje vejo que ter filho é algo para se fazer sem pensar porque senão você volta atrás com o tamanho da responsabilidade, e olha que nem de perto sabíamos o que seria ter um filho... tanto no lado financeiro, quanto no lado de um amor indescritível!!!


Tomamos coragem, ou melhor, pensamos que demoraria mais um pouquinho afinal depois de vários anos tomando anticoncepcional e um histórico de ovários policisticos tudo dava a entender que teríamos uma jornada de treinos e com isso juntaríamos um dinheirinho, prepararíamos o lar doce lar... isso foi em dezembro de 2009.


Em janeiro de 2010 veio o primeiro atraso e o primeiro e único negativo... foi péssimo e depois disso jurei nunca mais fazer um beta sem ter certeza que estava grávida. Senti enjoos, cansaço, tudo que uma grávida sente... e depois veio o sentimento de impotência. Por isso resolvi desencanar, relaxar e treinar...rsrsrs

De duas coisas eu estava tranquila: eu estava preparando meu corpo correndo e praticando spinning e estava treinando com o marido freneticamente...rs. Passou o Carnaval e vieram minhas tão sonhadas férias, com isso muitas guloseimas e quilos a mais. No último final de semana das férias fomos a Teresópolis no carro de um casal amigo e eu fui passando mal, mas com vergonha de pedir para parar o carro, respirava fundo... já estava grávida e não sabia!!!

E descobri da forma mais engraçada... sentia muito sono, mas achava que era a volta ao trabalho. na véspera de fazer minha progressiva e pintar os cabelos meu marido sugeriu que eu fizesse um teste, afinal usaria quimica e eu estava sem tomar remédio e segundo ele estava "com barriga de grávida"... eu ria... dizia que era TPM, que estava inchada e gordinha das férias, como contei aqui. E no dia seguinte, dia 09/04/2010 eu confirmei que estava grávida através de um beta e contei tudinho aqui.

Daí em diante não pensei mais em mim, claro que tive minhas vontades, meu medos, inseguranças, xiliques, mas minha vida saiu da órbita de antes e passou a girar ao redor do bebê, da gravidez, dos preparativos...

Tive enjoos, muito sono, perdi minhas roupas, tive
sangramento, muita vontade fazer xixi toda hora, tive muuuita fome, descobri que meu filhote era menino, preparamos o quarto do bebê, me descobri apaixonada por alguém que nem tinha conhecido ainda, tivemos 3 chás de bebê, ganhei um ensaio maravilhoso com a Carol Camanho, arumei a mala diversas vezes, fui a todas as feiras de gestante e bebê... foram 9 meses lindo, intensos, amados... amei minha barriga de uma forma louca, tão louca que temia sentir falta dela e senti.

Minha gestação foi ótima, amei estar grávida, amei ser bajulada, suspirei a cada movimento do Dudu aqui dentro, ria sozinha dos bicos que ele dava, conversava com minha barriga... foi tudo muito gostoso de viver e vivi intensamente cada fase, cada preparativo... me dediquei... mergulhei num mundo novo!!!
E com o nascimento do Dudu, eu renasci como pessoa... me tornei mãe e foi uma fase bem complicada, tanto que o blog ficou um pouco abandonado, passava aqui raramente e super rápido. O amor já existia desde o início da gravidez, cresceu com a minha barriga e explodiu com a chegada do Dudu, mas ao mesmo tempo senti coisas terríveis: insegurança, medo do novo, o tal do baby blues se fez presente e graças ao apoio da minha família eu fui superando, me aceitando e entendendo que ali nascia uma relação que como tudo que é novo dá medo, mas ao mesmo tempo se torna delicioso de viver...
... continua!!!

Beijos!!!